Ideologia


Missão, Visão e Plataforma Ideológica

Visão

Alcançar em nossa Medinat Israel uma sociedade baseada nos princípios de Respeito, Liberdade, Justiça Social e Consciência Ambiental, que atue constantemente por sua melhoria e sirva de exemplo para o mundo. Alem disso, assegurar a existência e continuidade de um povo judeu consciente de sua identidade.

Missão

Através da educação não formal buscamos formar jovens lideres que ativem coerentemente com os valores e objetivos de nosso movimento, que mediante uma analise própria possam definir sua identidade e com ela estabelecer um compromisso de ação para que posteriormente, através da aliá, se responsabilizem pelo futuro e desenvolvimento de Medinat Israel. Alem disso, cabe a Chazit Hanoar ser um movimento que proporcione um marco judaico sionista e comprometido a atuar e transformar a realidade a sua volta.


Plataforma ideológica


1. Definição

Somos um



Selecione um ponto da plataforma ideológica

2.1 Como um movimento juvenil educativo, procuramos transmitir nossos ideais através da educação não formal do jovem pelo jovem. Além disso, os líderes do nosso movimento têm como objetivo formar novos líderes para que este ciclo não se quebre, visando sempre a identificação do jovem com nossa ideologia.

2.2 A estrutura do movimento é organizada em grupos etários, possibilitando assim uma vivência grupal e que a liderança jamais esteja concentrada nas mãos de uma única pessoa. Ressaltamos ainda que nosso trabalho é voluntário.

3.1 Vemos no Judaísmo a resultante da elaboração cultural do Povo Judeu ao longo de sua história; e reconhecemos nele uma gama de valores e tradições que devemos conhecer e vivenciar, bem como transmitir.

3.2 Consideramos que os valores nacionais judaicos, valores éticos e religiosos, tradições e costumes, constituem um todo coerente e como tal o encaramos. É nosso ideal garantir e contribuir para a continuidade do nosso Povo. Portanto, a assimilação significa a negação da condição de pertinência do Povo Judeu, bem como de sua nacionalidade.

3.3 Consideramos o trabalho que objetive o fortalecimento da comunidade judaica fundamental, porém a Golah como modo de vida não integral do seu ser judeu, o que não assegura a continuidade do nosso povo, sendo Israel o único local onde o judeu é capaz de viver de modo pleno e coerente.

3.4 O jovem judeu deve chegar a sua consciência de identificação nacional por uma própria valorização de seu ser nacional judeu, como resultado de seu processo educacional. A posição nacional do chaver não implica o isolamento da realidade e problemática mundial. Devemos considerar que educação nacional não leva a uma exaltação nacionalista e fundamentalista.

3.5 Acreditamos que a religião em seus distintos aspectos forma parte da criatividade do Povo Judeu e na medida em que educamos a um judeu integral, também estes elementos devem ser transmitidos. E consideramos a formação religiosa indissoluvelmente ligada aos valores éticos e nacionais que devem fundamentar a personalidade de nosso chanich.

4.1 Vemos no Sionismo o movimento de liberação nacional, pelo qual, o Povo Judeu está processando sua concentração territorial e cultural no Estado de Israel, processo este para cuja aceleração devemos e desejamos contribuir. Por conseguinte, encaramos a aliá como única forma de realização Judaico-Sionista, reconhecendo que a mera translação física do judeu a Israel não constitui sua meta final senão apenas o meio coerente para alcançar a sua auto-realização.

4.2 Entendemos por auto-realização alcançar uma vida autêntica e fecunda em função dos valores que o movimento transmitiu ao chaver através de seu processo educativo.

4.3 Acreditamos que o Shnat Hachshará LeMadrichei Chul, além de possibilitar uma visão da realidade israeli, é fundamental para o processo de amadurecimento e formação do chaver. Por isso o Shnat Hachshará LeMadrichei Chul se concebe como exigência educativa imprescindível para o Boguer Tnuá. Além disso vemos no Chazitiul um programa extremamente importante para a preparação e formação dos peilim para o ativismo na tnuá. Apoiamos aos demais programas em Israel.

4.4 Apoiamos e promovemos a criação de kvutzot magshimot continentais que concentrem os chaverim da etapa pós-shnat e que será parte integral do processo educativo e do Tochnit Chinuchit. Vemos nestas kvutzot aliá o marco para a preparação e desenvolvimento do processo prévio a aliá assim como o momento de sua culminação.

4.5 O olê chadash da Chazit Hanoar deve ser capaz de manter em Medinat Israel a coerência em relação ao marco social adquirida no processo educativo de nossa tnuá, buscando manter o vínculo com a Chazit Hanoar no continente e em Israel. Devemos utilizar nossa experiência comunitária adquirida na Golah como meio de integração e desenvolvimento da sociedade israelense, fomentando a militância política com visitas à concretização desses objetivos. É essa a vanguarda do nosso movimento em Israel.

5.1 Tratamos de educar para a formação de um jovem judeu-sionista, crítico, analítico, lutador e consciente das exigências da justiça social, que em função de uma análise própria deve chegar a uma concepção do mundo, ser coerente e estabelecer com ela um compromisso total de sacrifício e luta.

5.2 Para formar este tipo de jovem, consideramos fundamental criar uma profunda sensibilidade humana e uma real coerência entre seus princípios e a vida prática proporcionando aos nossos chaverim atividades sociais e oportunidades de atuar em causas coerentes com esses princípios.

5.3 A especificidade Judaico-Sionista de nosso movimento não impede de forma alguma seu contato permanente com as realidades do marco social em que se encontra, de América Latina e do mundo inteiro.

5.4 Vemos na educação o potencial fundamental para instaurar em nossos chaverim um compromisso com a ecologia e assim estimulá-los a adotar uma atitude responsável e respeitosa em relação à natureza e ao meio ambiente.

6.1 Definimos nosso apartidarismo como a não filiação ideológica de nossa tnuá a algum partido político, sendo que esta postura não elimina a possibilidade de tomar posições em relação a diversas situações políticas israelenses e mundiais.

6.2 Como conseqüência de não estarmos alinhados com nenhum conjunto de idéias políticas pré-definidas, as posições políticas que tomamos são aplicáveis somente à situação específica de que tratam.

7.1 Somos uma tnuá continental, composta de quatro snifim localizados em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil e Montevideo no Uruguai. Nossa plataforma ideológica e nosso programa educativo, Tochnit Chinuchit, são unificados e continentais. Trabalhamos em torno de um projeto continental que visa a unidade de nosso movimento. Por isso possuímos vários marcos continentais, como Machanot, Pemach, Moatzot Chinuchiot, Mazkiruiot, além dos programas em Israel, Chazitiul e Shnat.

8.1 Ressaltando a importância de ser Chazit Hanoar uma tnuá que se define como Judaica, Sionista, apartidária e emergente de um processo comunitário que define seu campo de atuação, reconhecemos que o trabalho do chaver tnuá dentro da comunidade é importante e deve ter continuação em Israel. A vida judaica na diáspora, em todas as suas fases, deve nutrir-se dos valores criados no centro espiritual do Povo Judeu, quer dizer, Medinat Israel.

8.2 Nosso movimento reconhece a sua origem comunitária e vê como meio que nos permite atuar em prol de nossos objetivos a ação conjunta com nossas comunidades mães. Incentivamos a participação ativa dos nossos chaverim nas mesmas com o intuito de fortalecer os conteúdos judaicos, sionistas e sociais comuns, conservando a mútua especificidade e independência ideológica.

8.3 Apoiamos ativamente as causas e eventos de instituições e organizações que atuem em prol da continuidade judaica e da concentração sionista, desde que seus objetivos não sejam conflitantes com os nossos. Vemos positivamente a atuação de nossa tnuá no sentido de transmitir nossos valores a outras entidades que não tomem esses rumos.

8.4 Consideramos a conscientização e a ação do jovem sobre os problemas do mundo em que vive, de vital importância para formação de sua personalidade.

8.5 A militância do chaver na tnuá deve ser a identificação com os pontos antes estabelecidos e a luta para que eles sejam postos em prática. Ressaltamos a impossibilidade de dupla militância política, quer dizer, em partidos e representações políticas tanto locais quanto sionistas ou mundiais na Golah, como conseqüência de nosso ideal de coerência ideológica.

Aprovada no Pemach (Peguisha LeManhiguei Chazit Hanoar) realizado em Porto Alegre, em Outubro de 2011

1. Definição

Somos um Movimento Juvenil, Judaico, Sionista, Educativo, Apartidário e Continental

2.1 Como um movimento juvenil educativo, procuramos transmitir nossos ideais através da educação não formal do jovem pelo jovem. Além disso, os líderes do nosso movimento têm como objetivo formar novos líderes para que este ciclo não se quebre, visando sempre a identificação do jovem com nossa ideologia.

2.2 A estrutura do movimento é organizada em grupos etários, possibilitando assim uma vivência grupal e que a liderança jamais esteja concentrada nas mãos de uma única pessoa. Ressaltamos ainda que nosso trabalho é voluntário.
3.1 Vemos no Judaísmo a resultante da elaboração cultural do Povo Judeu ao longo de sua história; e reconhecemos nele uma gama de valores e tradições que devemos conhecer e vivenciar, bem como transmitir.

3.2 Consideramos que os valores nacionais judaicos, valores éticos e religiosos, tradições e costumes, constituem um todo coerente e como tal o encaramos. É nosso ideal garantir e contribuir para a continuidade do nosso Povo. Portanto, a assimilação significa a negação da condição de pertinência do Povo Judeu, bem como de sua nacionalidade.

3.3 Consideramos o trabalho que objetive o fortalecimento da comunidade judaica fundamental, porém a Golah como modo de vida não integral do seu ser judeu, o que não assegura a continuidade do nosso povo, sendo Israel o único local onde o judeu é capaz de viver de modo pleno e coerente.

3.4 O jovem judeu deve chegar a sua consciência de identificação nacional por uma própria valorização de seu ser nacional judeu, como resultado de seu processo educacional. A posição nacional do chaver não implica o isolamento da realidade e problemática mundial. Devemos considerar que educação nacional não leva a uma exaltação nacionalista e fundamentalista.

3.5 Acreditamos que a religião em seus distintos aspectos forma parte da criatividade do Povo Judeu e na medida em que educamos a um judeu integral, também estes elementos devem ser transmitidos. E consideramos a formação religiosa indissoluvelmente ligada aos valores éticos e nacionais que devem fundamentar a personalidade de nosso chanich.
4.1 Vemos no Sionismo o movimento de liberação nacional, pelo qual, o Povo Judeu está processando sua concentração territorial e cultural no Estado de Israel, processo este para cuja aceleração devemos e desejamos contribuir. Por conseguinte, encaramos a aliá como única forma de realização Judaico-Sionista, reconhecendo que a mera translação física do judeu a Israel não constitui sua meta final senão apenas o meio coerente para alcançar a sua auto-realização.

4.2 Entendemos por auto-realização alcançar uma vida autêntica e fecunda em função dos valores que o movimento transmitiu ao chaver através de seu processo educativo.

4.3 Acreditamos que o Shnat Hachshará LeMadrichei Chul, além de possibilitar uma visão da realidade israeli, é fundamental para o processo de amadurecimento e formação do chaver. Por isso o Shnat Hachshará LeMadrichei Chul se concebe como exigência educativa imprescindível para o Boguer Tnuá. Além disso vemos no Chazitiul um programa extremamente importante para a preparação e formação dos peilim para o ativismo na tnuá. Apoiamos aos demais programas em Israel.

4.4 Apoiamos e promovemos a criação de kvutzot magshimot continentais que concentrem os chaverim da etapa pós-shnat e que será parte integral do processo educativo e do Tochnit Chinuchit. Vemos nestas kvutzot aliá o marco para a preparação e desenvolvimento do processo prévio a aliá assim como o momento de sua culminação.

4.5 O olê chadash da Chazit Hanoar deve ser capaz de manter em Medinat Israel a coerência em relação ao marco social adquirida no processo educativo de nossa tnuá, buscando manter o vínculo com a Chazit Hanoar no continente e em Israel. Devemos utilizar nossa experiência comunitária adquirida na Golah como meio de integração e desenvolvimento da sociedade israelense, fomentando a militância política com visitas à concretização desses objetivos. É essa a vanguarda do nosso movimento em Israel.
5.1 Tratamos de educar para a formação de um jovem judeu-sionista, crítico, analítico, lutador e consciente das exigências da justiça social, que em função de uma análise própria deve chegar a uma concepção do mundo, ser coerente e estabelecer com ela um compromisso total de sacrifício e luta.

5.2 Para formar este tipo de jovem, consideramos fundamental criar uma profunda sensibilidade humana e uma real coerência entre seus princípios e a vida prática proporcionando aos nossos chaverim atividades sociais e oportunidades de atuar em causas coerentes com esses princípios.

5.3 A especificidade Judaico-Sionista de nosso movimento não impede de forma alguma seu contato permanente com as realidades do marco social em que se encontra, de América Latina e do mundo inteiro.

5.4 Vemos na educação o potencial fundamental para instaurar em nossos chaverim um compromisso com a ecologia e assim estimulá-los a adotar uma atitude responsável e respeitosa em relação à natureza e ao meio ambiente.
6.1 Definimos nosso apartidarismo como a não filiação ideológica de nossa tnuá a algum partido político, sendo que esta postura não elimina a possibilidade de tomar posições em relação a diversas situações políticas israelenses e mundiais.

6.2 Como conseqüência de não estarmos alinhados com nenhum conjunto de idéias políticas pré-definidas, as posições políticas que tomamos são aplicáveis somente à situação específica de que tratam.
7.1 Somos uma tnuá continental, composta de quatro snifim localizados em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil e Montevideo no Uruguai. Nossa plataforma ideológica e nosso programa educativo, Tochnit Chinuchit, são unificados e continentais. Trabalhamos em torno de um projeto continental que visa a unidade de nosso movimento. Por isso possuímos vários marcos continentais, como Machanot, Pemach, Moatzot Chinuchiot, Mazkiruiot, além dos programas em Israel, Chazitiul e Shnat.
8.1 Ressaltando a importância de ser Chazit Hanoar uma tnuá que se define como Judaica, Sionista, apartidária e emergente de um processo comunitário que define seu campo de atuação, reconhecemos que o trabalho do chaver tnuá dentro da comunidade é importante e deve ter continuação em Israel. A vida judaica na diáspora, em todas as suas fases, deve nutrir-se dos valores criados no centro espiritual do Povo Judeu, quer dizer, Medinat Israel.

8.2 Nosso movimento reconhece a sua origem comunitária e vê como meio que nos permite atuar em prol de nossos objetivos a ação conjunta com nossas comunidades mães. Incentivamos a participação ativa dos nossos chaverim nas mesmas com o intuito de fortalecer os conteúdos judaicos, sionistas e sociais comuns, conservando a mútua especificidade e independência ideológica.

8.3 Apoiamos ativamente as causas e eventos de instituições e organizações que atuem em prol da continuidade judaica e da concentração sionista, desde que seus objetivos não sejam conflitantes com os nossos. Vemos positivamente a atuação de nossa tnuá no sentido de transmitir nossos valores a outras entidades que não tomem esses rumos.

8.4 Consideramos a conscientização e a ação do jovem sobre os problemas do mundo em que vive, de vital importância para formação de sua personalidade.

8.5 A militância do chaver na tnuá deve ser a identificação com os pontos antes estabelecidos e a luta para que eles sejam postos em prática. Ressaltamos a impossibilidade de dupla militância política, quer dizer, em partidos e representações políticas tanto locais quanto sionistas ou mundiais na Golah, como conseqüência de nosso ideal de coerência ideológica.

Aprovada no Pemach (Peguisha LeManhiguei Chazit Hanoar) realizado em Porto Alegre, em Outubro de 2011